E para acompanhar este artigo deveras desinteressante
Estava eu a falar amigavelmente com a minha amiga Alegria quando vêm à baila a conversa dos portáteis que vão ser totalmente produzidos em Portugal e o novo plano do nosso amado primeiro ministro, o E-escolinhas.

O Magalhães tem um design que se assemelha a um brinquedo.
Porquê então da conversa? eu não tenho absolutamente nada contra as crianças terem portáteis, aliás, com a idade eles eu também queria um computador mas ainda bem que não o tive. A verdade é que quem teve pela primeira vez computador e, especialmente os que jogam mais, notam que existe sempre uma fase nas suas vidas em que ficamos vidrados no ecrã a babarem-se noite e dia até que os nossos pais venham reclamar connosco para ir-mos la para fora ver a luz do dia.
As crianças de hoje já por si passam já algum tempo a mais em casa agarrados a jogar, agora com um portátil com acesso à Internet as coisas complicam-se mais, principalmente para os pais que mais tarde ou mais cedo vão apanhar as crianças a verem sites porcos que não são aconselhados para as tenras idades.
Mas prontos, isto trás sempre vantagens para as salas de aula e blas blas blas…
Outra coisa que se nota é que este portátil vai buscar o conceito aos novos portáteis da Asus, a série Eee PC que não são mais que portáteis pequenos de baixo consumo e alta autonomia que são ideais para trabalhos e reprodução de média.

Esta é a "Mãe" do Magalhães

Este é o "Pai" do Magalhães
E como podem ver isto é uma família muito feliz que está em crescimento. O Magalhães vem ao mundo numa altura em que começa a ser moda saírem portáteis de tamanho reduzido e com uma autonomia muito superior à actual devido aos novos ( e caros ) discos rígidos SSD que consomem menos energia.
Eu pessoalmente pensei em comprar um Eee PC da Asus, como gajo que anda na Universidade e que frequentemente precisava de levar o meu portátil, transportar quase 2 ou 3 kilos com transformador e todos os extras de série é deveras chato ( coitados daqueles que têm um Vaio, até deve dar reumático ) e tento um portatilzinho destes que se possa levar para todo o lado e que nem precise de transformador para aguentar mais de 6 horas de trabalho é deveras bestial.
Então onde entra o propósito da “Faca Portuguesa” no meio desta conversa toda?
O Magalhães é uma coisa boa mas tenho as minhas dúvidas quando a dar este tipo de tecnologia a crianças ( é isso e os telemóveis ) que ainda não percebem bem o que é um computador, ainda por cima se tiver internet, é mesmo como dar uma faca a uma criança, tanto pode usar para cortar pão como para se cortar.

Cá por mim continuo a preferir a publicidade da Asus
Mais informações sobre o projecto E-Escolinhas.
Fox D. M.